- Depois de um tempo sem escrever, estamos de volta.
-E inicio com uma pergunta: Como é possível o 8º país mais rico do mundo ter os piores índices educacionais dos países desenvolvidos e ou em desenvolvimento?
-Você poderia afirmar, amigo leitor, que esse resultado sofrível da educação no país é fruto da nossa história de dominação econômica e política. Porém, um artigo muito interessante do Senador Cristovam Buarque poderia nos ajudar a pensar sobre o tema.
-O dito artigo fala que o brasileiro sofre de pedofobia, é isso mesmo, pedofobia. Lembra-nos pedofilia, mas é diferente. Ele afirma que a pedofilia é nada menos que um substrato da pedofobia.
-Pedo refere-se a criança e fobia seria o medo. Ele cria esse termo para afirmar que nós brasileiro tratamos muito mal nossas crianças. Nós investimos muito mais nos aposentados do que nas crianças, ou seja, valorizamos mais os que estão no fim da vida do que a começam.
-Não, não afirmo que nossos idosos são marajás e ganham bem, não é isso. A questão é que mesmo que quiséssemos melhorar as aposentadorias o único modo seria aumentar a contribuição dos cidadãos.
-Ora uma criança que não tem uma educação formal de qualidade e que não tem perspectiva de entrar na faculdade com certeza não terá um bom salário e logo não contribuirá.
-Ao não nos indignarmos com as más condições impostas às nossas crianças, ao não nos indignarmos com os salários dos professores, ao não creditarmos aos governantes a principal função pública que é zelar por uma educação de qualidade, estamos dando um tiro no próprio pé.
- O futuro é hoje, a violência sentida, observada e anunciada a todo tempo, não será resolvida agora, mas podemos resolvê-la no futuro. Mas, como disse, o futuro é hoje.
- É um ciclo vicioso, ao remunerar mal os professores, excelentes profissionais que poderiam contribuir positivamente com a educação se vêem obrigados a buscar outras formas de sobreviver. Os que ficam, ou não tem escolha, e com isso temos as frustrações, ou como Dom Quixote, sozinhos e impotentes tentam matar moinhos de vento acreditando serem as feras da educação.
- Qual a saída?
quarta-feira, 6 de maio de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
A Verdade
Então, ontem tratávamos sobre os meios de comunicação e os livros didáticos de história. Tentarei demonstrar que não é tão descabido assim atribuir à um livro didático o poder de atrair para si toda a ferocidade daqueles que querem permanecer do lado do poder. Não haveria como denegrir a imagem dos pesquisadores que realizaram estudos sobre as ligações promíscuas entre os aparatos midiáticos e os governos antidemocraticos no Brasil. Assim, cabe a esses meios achovalhar os livros didáticos que apresentam parte resumida desses estudos para que a "grande massa" não construa uma opnião sobre o assunto.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
História
Assinei uma revista de História da editora Abril, não por ela ser excelente, mas pela atitude das grandes empresas brasileiras de comunicação que aparentemente perceberam a importância dessa disciplina para a formação das crianças e adolescentes futuros eleitores. Percebe-se nesses últimos anos que a direita se vê cada vez mais fragilizada e a "esquerda" no governo fortalecida. A defesa dos valores desses meios de comunicação (liberalismo, na cobrança de impostos e na não intervenção de mecanismos de controle, e o estatismo, no que concerne às propagandas, empréstimos e subsídios do governo) contestados pelos novos donos do poder fez-0s pensar sobre os motivos que levaram os brasileiros tão afeitos à direita anti-democrática, abraçar com corpo e alma os valores dessa dita esquerda. Será a educação? Inclusive que apresenta uma versão diferente do que os programas e entrevistas sobre o período sombrio do passado que esses mesmos meios se viram beneficiados. Hum. Como mudar? Apresentando outra versão do passado. Qual? Amanhã discutiremos.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Férias
Como vão?
Inicio meus comentários com uma observação sobre as férias:
Comemos-dormimos-comemos-engordamos, depois gastamos muito tempo e energia para nos recuperarmos das férias, mas não vemos a hora que possamos iniciar tudo de novo.
Inicio meus comentários com uma observação sobre as férias:
Comemos-dormimos-comemos-engordamos, depois gastamos muito tempo e energia para nos recuperarmos das férias, mas não vemos a hora que possamos iniciar tudo de novo.
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